As capacidades de cozinhar do H. erectus permitiram que a descendência poupasse tempo e adquirisse mais nutrientes (Foto: Ronan Donovan)
Os cientistas envolvidos no estudo decidiram quantificar o tempo que os seres humanos gastariam a comer olhando para o tamanho do corpo e tempo de alimentação dos nossos parentes primatas vivos. Depois de construir uma árvore genealógica de primatas, os cientistas descobriram que as pessoas gastam 1 / 10 de tempo a comer em relação ao seu tamanho corporal em comparação com os seus primos evolutivos.
Depois, a equipa olhou para o tamanho dos dentes do género Homo. De H. erectus até H. sapiens, os dentes são muito mais pequenos do que seria previsível com base no que é visto noutros primatas.
“O tamanho do dente torna-se dramaticamente mais pequeno do que esperávamos”, afirma o paleontólogo David Strait, da Universidade de Albany, Nova York, que não estava envolvido no estudo. "Isto revela evidências indirectas que a linhagem humana adaptou-se e tornou-se dependente de cozinhar os alimentos na altura que o Homo erectus evoluiu”.
Depois, a equipa olhou para o tamanho dos dentes do género Homo. De H. erectus até H. sapiens, os dentes são muito mais pequenos do que seria previsível com base no que é visto noutros primatas.
“O tamanho do dente torna-se dramaticamente mais pequeno do que esperávamos”, afirma o paleontólogo David Strait, da Universidade de Albany, Nova York, que não estava envolvido no estudo. "Isto revela evidências indirectas que a linhagem humana adaptou-se e tornou-se dependente de cozinhar os alimentos na altura que o Homo erectus evoluiu”.
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